sexta-feira, 11 de março de 2011

Os piores e os melhores do Corinthians

Texto do corintiano Gustavo Degani, ficam meus agradecimentos pela colaboração;

G – Jhonny Herrera: Chegou com status de bom jogador, titular da seleção chilena. Teve diversas oportunidades de ser titular, mas sua estatura de anão e suas mãos de alface não permitiram.
LD – Marcos Tamandaré: Vindo do Sport, chegou como solução da lateral, mas apresentou diversas deficiências: Tinha um péssimo apoio ao ataque associado a nenhuma habilidade defensiva. Quando acertava um passe, era lucro. E tinha um péssimo condicionamento físico, não agüentava os 90 minutos.
Z – Marinho: Marinho é, de todos da lista, o que mais fez a pressão arterial dos corintianos ir às alturas: era regularmente horroroso e jogou uma infinidade de jogos como titular. Destaque pra sua velocidade – zero.
Z – Valdson: Destrambelhado, grosso e destemperado. Tinha como principal habilidade entregar jogos decisivos, como no jogo contra o atlético paranaense em que entregou dois gols em 5 minutos. Tem outro diferencial: ser feio pra burro.
LE – Vinícius (Fininho): Uma lenda do time, sua habilidade com a bola era digna de pena. Entregou jogos na Libertadores com seu destempero e com atuações pífias no ataque (já que defender ele nunca conseguiu). Seu principal feito futebolístico foi apontar o dedo médio à torcida gaviões da fiel e, por incrível que pareça, sobreviver.
M – Bóvio: Um cara que dá preguiça de escrever sobre, de tão ruim que era. Dói o coração. Entrava normalmente no segundo tempo, e tinha uma meta: ganhar um cartão amarelo em menos de 2 minutos, objetivo que conseguia com maestria. Batia até na mãe, e errava todos os passes, além de querer, sem sucesso, ser raçudo.
M – Cocito: Caneleiro, muito fraco, triste. Acumulou vários cartões, passes errados e tudo de ruim em um jogador. Por sorte, não durou muito. Horroroso.
M – Pingo: Após jogar relativamente um futebol “ruim, mas aceitável” nas categorias de base em 99, Pingo subiu para sua jornada de quatro longos anos como profissional. Foi boa parte reserva, mas quando entrava nas partidas nos deliciava com sua falta de intimidade com a bola. Como marcador, desculpem o trocadilho, era uma água.
A – Clodoaldo: Era pra ser o salvador do time de 2007, era artilheiro da série B. Era muito grosso e perdia todos os gols possíveis. Tinha altura, mas não sabia cabecear. E ele já foi minha esperança de gol um dia...
A – Abuda: Um exemplo clássico de lixo. Abuda era ruim até no nome. Ele tinha dificuldades motoras de correr com a bola, tentava demais e acertava de menos, e não sabia finalizar. Horroroso. Ainda conseguiu jogar no Vasco, no mesmo nível.
A – Santiago El Tanque Silva: Uma lenda. Jogou poucas partidas e perdeu tantos gols-feitos que ficou marcado com a torcida. Estava visivelmente gordo. Se uma bola viesse rasteira, ele a levantava para chutar de canela. Hoje é matador no futebol argentino, e que fique por lá.
Para alivio dos corintianos não só disso se fez década, que tal um time formado por: Dida, Rogério, Chicão, Fábio Luciano, André Santos, Cristhian, Vampeta, Elias, Ricardinho, Tevez e Ronaldo. Uma suave diferença.

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